“Trabalho sexual” é um termo neoliberal

As tentativas do campo do “trabalho sexual” — uma maioria, suspeito, dado o quão bem ele se encaixam na ortodoxia acadêmica de gênero neo-Nietzschiana — de reduzir a prostituição a um processo laboral escondem precisamente a forma de alienação com a qual as feministas confrontaram o marxismo; não é o trabalho que está sendo roubado, mas é a própria sexualidade de um ser humano que está sendo-lhe tirada.

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